APRENDER A APRENDER: AUTORREGULACIÓN Y PROTAGONISMO EN LA FORMACIÓN DE TECNÓLOGOS EMPRENDEDORES
autorregulação e protagonismo na formação de tecnólogos empreendedores
DOI:
https://doi.org/10.21710/rch.v38i2.786Palabras clave:
autorregulação da aprendizagem, formação empreendedora , ensino superior tecnológicoResumen
Este estudio tiene como objetivo mejorar los procesos de enseñanza y aprendizaje en la educación superior tecnológica mediante el análisis de las percepciones de los estudiantes sobre el aprendizaje autorregulado. Se parte del supuesto de que las Instituciones de Educación Superior (IES) deben fomentar el desarrollo de estudiantes autónomos, críticos y activos en su trayectoria formativa. Más allá de dominar los contenidos curriculares, es necesario preparar a los alumnos para los desafíos contemporáneos, estimulando un pensamiento innovador, estratégico y adaptable. La investigación busca responder: ¿cómo evalúan los estudiantes su capacidad de estudiar y aprender de manera autónoma? El enfoque está en identificar estrategias de autorregulación que potencien el aprendizaje y promuevan el protagonismo estudiantil. Esta investigación cualitativa se llevó a cabo con estudiantes del segundo semestre del programa de Gestión Financiera en una institución pública de educación tecnológica, a través del “Proyecto AUTONOMÍA”. La propuesta metodológica incentivó a los estudiantes a asumir la responsabilidad de su propio aprendizaje, considerando las fases de planificación, ejecución y autoevaluación. Los datos fueron recolectados mediante cuestionarios, grupos focales e informes reflexivos, revelando percepciones significativas sobre autonomía y rendimiento académico. Los hallazgos aportan insumos relevantes para la práctica pedagógica, ayudando a los educadores a repensar sus estrategias de enseñanza y apoyando a los estudiantes en la adopción de métodos de estudio más efectivos y orientados a objetivos. El estudio fortalece el perfil emprendedor al integrar aprendizaje autorregulado, innovación y rendimiento académico, y sugiere ampliar la investigación en otros cursos e instituciones, incluyendo enfoques longitudinales y de tipo cuantitativo o mixto.
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